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domingo, 29 de dezembro de 2013

O que é o Estresse

O estresse não é propriamente uma doença e sim, um estado do organismo quando submetido ao esforço e à tensão. Numa situação estressante, o corpo sofre reações químicas normais que preparam o organismo para enfrentar a situação.

O prejuízo entretanto acontece, quando as situações  estressantes são contínuas e o organismo começa a sofrer com as constantes reações químicas que se sucedem, sem que haja tempo para a eliminação dessas substâncias e sem o tempo necessário para o 
descanso e recuperação física e emocional.   

SINTOMAS DO ESTRESSE

Exatamente por não ser uma doença propriamente, os sintomas do estresse são indefinidos e ao mesmo tempo abrangentes. 

Podem ir desde uma dor de cabeça, distúrbios do sono, irritabilidade, cansaço, dificuldade de concentração ou tensão muscular, a dificuldades respiratórias, dificuldade de memória, problemas digestivos, pressão alta, problemas cardíacos, e até mesmo distúrbios psíquicos como síndromes, depressão e pânico.


Fique atento aos seguintes sintomas:

1- Se demonstra sinais de cansaço constante, dores musculares, dores de cabeça e resfriados, além da pressão alterada. Problemas gastrointestinais, distúrbio do sono ou qualquer distúrbio ou incômodo que persista por um período mais longo do que quatro a cinco dias.

Atenção também ao estado mental e emocional!

2- Como está o nível de tolerância, ânimo e atenção.
Irritabilidade, desânimo, falta de concentração.

3- Ao notarmos também que os pensamentos estão confusos, que esquecemos coisas simples e cotidianas, que nosso estado emocional está oscilando, é hora de assumirmos que precisamos cuidar e prestar mais atenção a nós mesmos urgentemente!

O estresse pode ser desencadeado por grandes e pontuais motivos, como também por inúmeros e pequenos motivos que vão se acumulando, sem que possamos perceber quando teve início.

Seja como for, a mensagem clara que nossos sistemas físico, emocional e mental estão nos enviando é a de que passamos do nosso limite! 

CAUSAS DO ESTRESSE

Estresse no Trabalho e na vida pessoal - abordo as formas de estresse que nos acometem no ambiente de trabalho e como lidar com cada uma delas:

- Estresse Ocupacional - Tipo de trabalho;
- Estresse Ambiental;
- Estresse Social;
- Estresse Emocional;
- Estresse Pós Traumático;
- Estresse nos relacionamentos de trabalho;
- Estresse nos grupos por problemas de comunicação;
- Estresse físico e mental, etc.


Aqui, por falta de espaço, podemos citar dentre as principais causas emocionais do estresse no ambiente de trabalho e na vida pessoal, basicamente três principais: Alto padrão de exigência pessoal, medo e frustração.

O tipo de vida que nos autoimpomos, onde pensamos ser necessário obter muito mais recursos financeiros do que realmente necessitamos, nos exige mais esforço para cumprir o padrão estabelecido e nos coloca diante de conflitos na vida profissional onde há cada vez mais competição e menos espaço.

A EXIGÊNCIA DO PERFIL DO FUNCIONÁRIO PERFEITO

O perfil do que se diz ser de um bom profissional, tanto para as empresas quanto para cada um de nós, passa por características de semideuses, onde devem existir absolutamente todas as características de um ser perfeito:

O profissional deve ser criativo, ter ótima comunicação, ser competente, disposto, ter grande poder de concentração, precisa saber mandar e saber receber ordens.


Deve ser um profissional que sabe ouvir e se colocar, sabe estimular o crescimento do grupo e dos indivíduos além de almejar, para si e para a empresa, o crescimento.

Tem muito boa aparência e alto grau de compreensão do comportamento humano, pois deve saber lidar com ataques histéricos de seus patrões sem se abalar.

Deve aceitar quando for colocado sobre os seus ombros a responsabilidade de um erro que na verdade não lhe compete, pois tem alto grau de tolerância e um emocional impecável e saberá discernir, esclarecer e apaziguar o conflito, sem se abalar.

Deve sempre estar pronto para se dedicar de corpo e alma a empresa, sem hora para terminar um serviço e jamais deixar que seus problemas pessoais interfiram em seu trabalho.

Precisa saber lidar com as constantes frustrações positivamente e jamais temer, pois tem confiança, coragem, ímpeto, bom humor e vitalidade contagiante.

Não fica doente, não fica cansado, não falta nunca ao trabalho, e com prazer, trabalha durante suas férias quando requisitado. Quando se tratar de uma mulher, que não tenha filhos, preferivelmente, e que não engravide nunca.

E o mais importante, não ganhe nem peça mais do que a empresa esteja disposta a pagar.

Existem também inúmeros padrões para os comportamentos familiares e pessoais, onde são estabelecidos padrões para o comportamento ideal dos pais com os filhos, dos filhos com os pais, padrões para as amizades, para os relacionamentos amorosos, enfim, temos padrões e caixinhas fechadas em todos os setores de nossas vidas, onde devemos nos encaixar de uma forma ou de outra. 



Como então, não se exigir tanto nem ter medo ou se sentir frustrado e inadequado diante de tantos padrões de perfeição?

AUTOCONHECIMENTO COMO FORMA DE LIDAR COM O ESTRESSE

A primeira coisa que podemos fazer é pensar a respeito do que sentimos, com sinceridade.

Precisamos pensar e sentir se de fato concordamos em viver dentro de caixinhas apertadas ditadas pelos padrões!

Procure investigar a verdade de seus sentimentos e desejos!

É realmente impossível viver sem a aprovação de todos?

É tão terrível dizer um "não" de vez em quando? Quais são seus verdadeiros medos?

É impossível ter uma vida confortável sem o carro ou o equipamento eletrônico do ano?

Você trabalha no que realmente gosta e tem talento?

Você não acha que pode ser amado pelo que é, em vez de ser amado pela sua aparência ou o pelo que você significa?

As atitudes alheias têm de fato tanto poder em suas emoções?

Como anda seu autocontrole emocional? Quem controla suas emoções? Você ou as pessoas e os eventos?

Quem é você de verdade? No que deixou os padrões e exigências transformarem a sua vida? 

Não adianta reclamarmos que o patrão, a empresa, a esposa, os filhos, o marido, os amigos não conseguem nos enxergar, quando na verdade não nos conhecemos o suficiente para mostrarmos quem somos!
  
Autoconhecimento. Não há como viver feliz e realizado sem isso.

Somos chamados a escolher nossas profissões muito cedo, sem a idade e experiência suficientes para que essa escolha seja feita segundo nossa verdadeira vocação e vontade!

Nesse sentido, como sermos felizes em nosso ambiente de trabalho se podemos estar exercendo uma função e profissão que não nos fazem felizes e realizados?

Novamente o autoconhecimento é a nossa cura!

Veja mais a respeito desse importantíssimo assunto: VOCAÇÃO, em nossa pagina dedicada a isso:

Dúvida VOCACIONAL

Estamos todos diante do enigma da grande esfinge:

Decifra-me ou eu te devorarei!
E a esfinge, somos nós!
A esfinge é você!
Decifre a si mesmo, ou poderá ser devorado pelo personagem que criou sem perceber!

Preste atenção aos sintomas que descrevi acima, faça uma auto-observação
e tome uma atitude consciente! Você merece! Faça isso por si e pelas pessoas a sua volta!




Fonte: [Texto] http://www.rashuah.com.br/estresse_no_trabalho.htm
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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Estresse pode causar exaustão das supra-renais

Nos anos 40, os fisiologistas Cannom e Seyle empregaram o termo “stress” para caracterizar a “Síndrome de Adaptação Geral” e evidenciaram a importância das reações do córtex da supra-renal (descarga de adrenalina).. 

Do inglês “stress”, “tensão”, “estafa”, o estresse consiste numa das síndromes mais complexas, capaz de desencadear diversas alterações biológicas, cujos sinais e sintomas são bastante típicos e variados. 

Resulta das constantes situações de preocupações e tensões do dia-a-dia, das exigências, dos desafios e das pressões do trabalho e da vida “moderna”, como também dos problemas pessoais (existenciais), emocionais, financeiros, familiares, etc.

Tudo o que “agride”, “sobrecarrega” ou “perturba” uma pessoa pode causar estresse, por exemplo: exposição ao calor, ao frio e a ventos; barulho; dor; viagens longas e cansativas; poluição ambiental; trânsito caótico; enfermidades; ambientes hostis; intervenção cirúrgica; choque traumático; supressão dos hábitos saudáveis de vida; morte de familiares e amigos, desentendimentos; discussões; até mesmo toxinas produzidas no interior do organismo por microrganismos, tabagismo, alcoolismo, uso de drogas, etc.

Quando intenso e prolongado, o estresse sobrecarrega diversos órgãos e sistemas: nervoso, imunológico (predisposição a infecções), vasos sangüíneos, coração, glândulas supra-renais... e podem ocorrer inúmeras disfunções: abatimento físico e mental, insônia, dores de cabeça, depressão, distonia neurovegetativa (desarmonia entre os sistemas simpático e parassimpático, os sintomas muito se assemelham ao estresse), perda de micronutrientes, emagrecimento, queda de cabelo, aumento da produção de radicais livres (compromete a integridade das células e predispõe ao desenvolvimento de doenças degenerativas como, por exemplo, vários tipos de câncer e doenças cardiovasculares), diminuição da oxigenação nos tecidos, acidificação do sangue, intoxicação crônica, mau equilíbrio energético, etc. 

Em geral, as glândulas adrenais (supra-renais) tornam-se “exauridas” em conseqüência das constantes exigências que o organismo sofre quando se encontra sobrecarregado e estressado. A exaustão adrenal pode fazer com que uma pessoa se sinta “estressada”, cansada, desvitalizada e fique propensa a alergias; enquanto a excessiva atividade adrenal predispõe à ansiedade, à hipertensão arterial, à depressão, à elevação da quantidade do açúcar ou glicose no sangue (hiperglicemia) e ao aumento da quantidade de colesterol (hipercolesterolemia). 

A fadiga adrenal é um distúrbio (doença) que, geralmente, manifesta-se após períodos prolongados de estresse físico ou mental ou pela insistência da pessoa em trabalhar até a exaustão, sem intervalos para descanso, lazer e relaxamento. 

O hábito de dormir tarde também pode contribuir para sobrecarregar e exaurir as glândulas adrenais. Alguns sintomas e sinais: alergias, fraqueza muscular, fadiga crônica, prisão de ventre, diarréia, queda da pressão arterial ao se levantar, etc. 

O tratamento inclui: repouso, dormir cedo, relaxamento, lazer, atividade física moderada e balanceada, modificação dos hábitos alimentares e o uso, sob orientação terapêutica, de um complexo polivitamínico, polimineral e de aminoácidos. 

A atrofia ou a contração do córtex adrenal é um efeito adverso muito comum ao estresse contínuo. A saúde de uma pessoa também muito depende do bom funcionamento de suas glândulas adrenais. 

Também podem ocorrer períodos de grande ansiedade, agitação, variação do estado de humor e exuberância energética seguidos de abatimento, prostração, desânimo e depressão. Nos casos brandos: ansiedade, variação de humor, irritabilidade, distúrbios da memória, inapetência, etc. 

Com o agravamento da síndrome: instabilidade emocional, distúrbios afetivos, auto-estima baixa, síndrome de pânico, aumento de peso, distensão abdominal, flatulência, inchaços, impotência sexual, ejaculação precoce, desinteresse ou exaltação sexual anormal, gastrites, úlceras pépticas, azia, prisão de ventre, dores de cabeça, elevação ou rebaixamento da pressão arterial, alopecia (queda temporária, parcial ou geral, dos pêlos ou cabelos) e dermatose (doença de pele). 

As três fases da síndrome de adaptação geral 

· Alarme: resposta inicial, de curta duração, destina-se a combater o “perigo” ou a “agressão”; mobilizam-se recursos corporais para a atividade física imediata, desencadeada por reações no cérebro que fazem com que a medula adrenal secrete adrenalina e outros hormônios relacionados ao estresse.

· Resistência: reação que faz com que o organismo continue a “lutar” ou a reagir contra o agente estressor mesmo após os efeitos da resposta inicial de alarme terem cessado; os corticosteróides, secretados pelo córtex adrenal, são responsáveis por essa reação.

· Exaustão: pode ocorrer mediante o colapso das funções orgânicas ou de órgãos específicos, devido à perda de íons de potássio (as células deixam de funcionar adequadamente e, eventualmente, morrem); a depleção (diminuição) dos hormônios glicocorticóides adrenais (como, por exemplo, cortisona) que resulta em hipoglicemia, as células passam a não receber de forma adequada a glicose (açúcar) e outros nutrientes; e o enfraquecimento dos órgãos.

Os efeitos fisiológicos da resposta terapêutica da prática de relaxamento, meditação e Yoga (milenar ciência filosófica e terapêutica da Índia) são opostos aos observados com o estresse. Durante situações de estresse, o sistema nervoso parassimpático passa a controlar as funções fisiológicas. 

Ele destina-se à proteção contra o perigo imediato. Durante períodos de repouso, relaxamento, meditação e sono, o sistema nervoso parassimpático passa a reger as funções fisiológicas, tais como: digestão, respiração e freqüência cardíaca; destina-se à manutenção, ao reparo e à restauração do organismo; o fluxo sangüíneo rico em oxigênio e micronutrientes é desviado para os órgãos.


Enfermidades relacionadas ao estresse psicológico


Angina, artrite reumatóide, asma, câncer, cefaléia, colite, depressão, dermatites, diabetes (tipo II), doenças auto-imunes e cardiovasculares, enxaqueca, gastrite, hipetensão, imunossupressão, síndrome do intestino irritável e de tensão pré-menstrual, úlceras etc.


Benefícios fisiológicos da prática de relaxamento e meditação


Recomenda-se a prática regular de relaxamento, meditação e Yoga no combate ao estresse. 

A freqüência cardíaca diminui (o coração bate mais lenta e efetivamente), assim como a pressão sangüínea (o que beneficia quem sofre de hipertensão arterial); o fluxo sangüíneo é desviado para os órgãos internos, principalmente para os que estão envolvidos na digestão; menor freqüência respiratória devido a uma necessidade menor de oxigênio durante os períodos de repouso e meditação; diminuição da produção de transpiração (o que beneficia quem sofre de perspiração nervosa); aumento da produção de secreções digestivas (o que muito melhora a digestão); os níveis de açúcar no sangue são preservados dentro do padrão fisiológico normal. 


Benefícios fisiológicos da atividade física moderada e regular


Observação: Devem ser evitadas sobrecargas de atividade física e/ou esportiva, pois, quando em excesso, pode tornar-se um grande estressor físico. 

Maior condicionamento físico; melhor desempenho cardiovascular devido a uma menor freqüência cardíaca, contrações cardíacas mais efetivas, pressão sangüínea reduzida e menores níveis de colesterol no sangue; secreções reduzidas de adrenalina e noradrenalina; melhora da capacidade respiratória e da utilização do oxigênio e de micronutrientes em todos os tecidos do corpo; melhoria do estado de humor, da vitalidade, da auto-estima e da autonomia; coluna vertebral e articulações mais fortalecidas, flexíveis e lubrificadas; musculatura fortalecida elástica e relaxada.


Terapêutica naturopática e ortomolecular


O uso de remédios botânicos e de suplementos nutricionais deve sempre ser feito sob orientação e acompanhamento terapêutico. 

· Remédios botânicos: Panax ginseng (Ginseng-coreano, famosa raiz oriental, considerada um “adaptogênio”, ou seja, ajuda a combater os efeitos maléficos do estresse sobre o organismo; é recomendado para melhorar o estado de saúde em geral; combate o estresse e o cansaço mental; a planta, da família das araliáceas, não é estimulante e, sim, tônico geral; apresenta propriedades de ampliar a função das glândulas adrenais, proteger o organismo contra a fadiga física e mental e de proporcionar resistência orgânica contra o estresse etc.).

Tinospora cordifolia (conhecido pela Medicina Indiana Ayurveda como “amrit” ou “guduchi”; combate os efeitos nocivos do estresse; melhora a imunidade; combate doenças infecciosas, resfriados, gota e sífilis; apresenta propriedades desintoxicantes, anticancerígenas e rejuvenescedoras); Withania somnifera (cereja-do-inverno, conhecida pelo Ayurveda como “ashwagandha” e, mais recentemente, como “ginseng indiano”; tônico; adaptogênio; antioxidante; anticancerígeno; reduz os efeitos colaterais da rádio e quimioterapia contra o câncer; rejuvenescedor e estimulante sexual; apresenta também propriedades calmantes; beneficia o sistema nervoso, a memória, a concentração e o tecido muscular). 

Suplemento nutricional: Chorela regularis (clorela, alga microscópica de água doce, do tamanho aproximado de uma célula vermelha do sangue, é considerada uma das mais antigas formas de vida do planeta; apresenta propriedades desintoxicantes e remineralizantes, muito rica em elementos primários como vitaminas, microminerais, aminoácidos, proteínas, enzimas etc.; uma das mais ricas fontes de beta-caroteno; indicada no combate ao envelhecimento precoce, estresse e como estimulante da imunidade); 

· Complexo de vitaminas, microminerais, enzimas e aminoácidos: Aspartato de Potássio (indicado no combate da fadiga crônica e na preparação de atletas); Vitamina C (fadiga crônica e preparação de atletas pelo seu efeito antioxidante); Vitamina E (auxilia o organismo a responder às situações de estresse, protegendo os tecidos da oxidação dos radicais livres); Vitamina B1 ou Tiamina (antioxidante, indicada no combate da fadiga crônica, estresse, insuficiência cardíaca e depressão); Vitamina B5 ou Ácido Pantotênico 

Indicado na preparação de atletas, no combate da fadiga crônica, do estresse, da queda de cabelos, de alergias e da enxaqueca, estimula a síntese de cortisol nas supra-renais); Vitamina B6 ou Piridoxina (alterações do humor, fadiga, estresse, preparação de atletas, depressão, enxaqueca, imunodeficiências, infecções virais e deficiência de aprendizado); 

Zinco (segundo oligoelemento mais abundante no homem, aumenta a força, a resistência muscular e equilibra as funções cerebrais); Aspartato de Magnésio (essencial à síntese de ATP, melhora a performance física e à função de diversas enzimas); Ácido fólico (sua deficiência provoca sintomas de cansaço); Coenzima Q-10 (ação contra a fadiga); Dimetilglicina (melhora a performance de atletas e combate a fadiga); Glutamina (melhora o transporte de amônia e aumenta os níveis cerebrais de ácido glutâmico, neurotransmissor excitatório essencial ao bom funcionamento do sistema nervoso central); 

Octacosanol (derivado do gérmen de trigo, melhora a utilização do oxigênio e a performance física); Arginina (aminoácido semi-essencial participa da estrutura protéica do corpo, estimula a produção de hormônio do crescimento aumentando a massa muscular e o metabolismo das gorduras); Taurina (aminoácido essencial em recém-nascidos e semi-essencial em adultos, indicado no combate da ansiedade, estresse, insônia e depressão) e Tirosina (no estresse encontra-se, geralmente, em níveis baixos, apresenta efeito antioxidante).

Dietoterapia 

Durante o estresse, é imprescindível que se mantenham os níveis de potássio de que o organismo necessita. Portanto, recomenda-se consumir alimentos ricos nesse mineral e evitar alimentos com elevado teor de sódio. 

Alimentos ricos em potássio e pobres em sódio: abricó seco, acelga, abacate, ameixa seca, amêndoa, amendoim, aspargo, banana, batata inglesa, batata doce, beterraba, cenoura (crua), damasco, espinafre cozido, fava branca, feijão cozido, frutas frescas, iogurte desnatado, laranja, leite de vaca, maçã, melado, melão, milho, morango, pêssego, semente de abóbora, soja, tomate, frango (carne branca), peixes, arenque, bacalhau, cavalinha, linguado, merluza, salmão e atum (sólido seco).


Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/estresse_supra_renais.htm 
 Gilberto Coutinho é terapeuta naturopata com formação em Medicina Tradicional Indiana



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Coração: Infarto Agudo do Miocárdio Parte I e II

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