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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Dores nas costas: quais são as principais causas, como tratar e prevenir

Saiba como resolver o seu problema e quando procurar um médico ou fisioterapeuta, quem nunca sentiu uma dorzinha nas costas que atire a primeira pedra.

A maioria das pessoas já sofreu com este problema em algum momento da vida. Mas até que ponto a dor pode se tornar uma doença séria? 

A dor nas costas é um termo popular, mas na medicina ela é chamada de lombalgia. 

De acordo com o fisioterapeuta Lucas Job, as principais características são contraturas e rigidez das vértebras e, em casos mais graves, a lombalgia pode ocasionar a hérnia de disco, que é uma ruptura estrutural em um dos discos da coluna e ocorre mais nas  partes cervical e lombar. 

A postura inadequada e o estresse são os maiores responsáveis pela dor. 

Uma das causas da lombalgia também está na falta de atividade física. O fisioterapeuta recomenda: “É bom fazer exercícios que fortaleçam a musculatura da coluna e do abdômen. A musculação e o pilates, por exemplo, sempre devem ser feitos com orientação de profissionais capacitados”, alerta. 

A Reeducação Postural Global (RPG), também é recomendada como precaução da má postura e a fisioterapia preventiva serve para pessoas que trabalham ou realizam atividades sempre em uma mesma postura ou com movimentos repetitivos. 

O ortopedista especialista em coluna vertebral, Antônio Quintanilha, explica que a má postura pode agravar problemas na coluna. “A má postura é resultado do mau condicionamento físico e um reflexo do corpo que, sem treinamento diário, não consegue sustentar o esqueleto e em particular o edifício vertebral”, diz. 

Além da dor nas costas, algumas pessoas apresentam desvios posturais. Os desvios são alterações na coluna vertebral. É o uso incorreto das articulações corporais. Lucas diz que fazer alongamentos durante o trabalho ajuda a evitar estes problemas. 

“Exercitar-se no trabalho ou em casa também é uma ótima maneira de se prevenir problemas. Cuidados com a postura (ao sentar, trabalhar no computador e realizar atividades físicas) e na hora de carregar pesos (tipo bolsa, sacola, mochila ou até mesmo levantar coisas do chão)”, explica. (veja fotos abaixo das posições certas e erradas).



As mulheres devem tomar cuidado ao usar salto alto, pois o sapato pode mudar o posicionamento sagital da coluna. “Quem usa permanentemente o salto alto deve evitar retirá-lo (e utilizar Anabela ao invés de rasteirinhas) porque terá dor lombar ou cervical, se tiver tendões retraídos”, alerta Dr. Quintanilha.
  
O certo e o errado das atividades diárias.
  
Desvios posturais:

· Escolioses: Rotações acentuadas da coluna – quando um grupo de vértebras gira mais do que o normal sobre outro – causando postura de S ou de C, gerando má postura. Pode ser de causa genética ou postural. Pode ser tratado com fisioterapia ou com cirurgia, em casos muito graves. 

· Hiperlordose: É o mal do bumbum empinado. Causa desconforto e dor na região lombar. O tratamento é feito com fisioterapia, trabalhando, principalmente, com  RPG e pilates, além de mobilizações das vértebras. 

· Hipercifose: Pessoas corcundas. Pode ser tratado com fisioterapia, englobando principalmente exercícios de RPG e pilates. Em casos extremos é indicada a cirurgia. 

Principais causas da dor nas costas:

· Excesso de peso; 
· Uso inadequado de tênis; 
· Gordura abdominal; 
· Fraqueza abdominal; 
· Encurtamento da musculatura posterior das pernas.

Tratamento:

O tratamento para a dor nas costas, é feito, principalmente, com atividades físicas. O fisioterapeuta explica que se avalia a coluna, inicialmente, quanto ao alinhamento. 

Posteriormente, observa-se quais as atividades que a pessoa faz por dia e, assim, o profissional consegue orientar o paciente do modo correto de praticá-las e elaborar um tratamento especifico para o caso. 

O tratamento também pode ser feito com o uso de analgésicos, relaxantes musculares e anti-inflamatórios não esteroides. Lembrando sempre, que é o médico quem vai dizer o que você deve ou não tomar. 


A cirurgia é indicada em algumas situações especiais como a hérnia de disco que não responde ao tratamento clínico. A cirurgia é simples e geralmente realizada com utilização de microscópio. 




Fonte: http://www.hagah.com.br/especial/rs/qualidade-de-vida-rs/19,0,3255131,Dores-nas-costas-quais-sao-as-principais-causas-como-tratar-e-prevenir.html

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domingo, 29 de dezembro de 2013

Saúde: Cuidados necessários para proteger sua coluna.

Descubra quais são os cuidados necessários que você deve tomar para proteger sua coluna no período pós-operatório A coluna vertebral é uma parte da estrutura corporal. 

Ela é formada geralmente por 33 vértebras, podendo eventualmente ter 32 ou 34 vértebras, que são ligadas por articulações. Os discos intervertebrais que compõem a coluna são responsáveis por dar mobilidade para nos locomovermos, correr, saltar, girar o tronco e a cabeça. 

No entanto, alguns problemas como hérnia de disco, artrose, escoliose, entre outros, podem comprometer o bom funcionamento dessa estrutura e causar dores. 

Em geral, esses problemas são tratados com medicamentos e reabilitação física. Em alguns casos, é necessário uma intervenção cirúrgica para promover a cura ou mesmo uma melhora na qualidade de vida da pessoa que sofre com as dores na coluna. 


O que muitas pessoas não sabem é que a forma como o paciente se porta no pós-cirúrgico pode repercutir na sua recuperação e no resultado do procedimento. 

“Os cuidados durante todo o processo da cirurgia (antes e depois), principalmente no pós-cirúrgico, vão repercutir no resultado esperado. 

Após a operação, o paciente precisa seguir as recomendações dadas pelo seu médico para que sua recuperação seja positiva, assim como o objetivo da cirurgia a que se submete”, explica Alexandre Reis Elias, neurocirurgião especialista em coluna, de São Paulo. 

Segundo Rogério Vidal de Lima, especialista em coluna pelo Hospital das Clínicas, também em São Paulo, os cuidados pós-operatórios são relativamente simples. 

“Repouso relativo ao leito, ou seja, o paciente pode se levantar quando se sentir bem, primeiro senta, depois pode caminhar até no mesmo dia da cirurgia. 

O paciente, mesmo sentindo-se muito bem, deve seguir estritamente as recomendações médicas e principalmente não abusar com esforços físicos e caminhadas em excesso”, recomenda. 

Os especialistas alertam, no entanto, que existem algumas diferenças no tratamento pós-cirúrgico, de acordo com o procedimento que foi realizado. Elias diz que algumas cirurgias são por incisões mínimas, como as por vídeo ou minimamente invasivas. 

Esse tipo de procedimento permite que o paciente receba alta e saia andando no mesmo dia ou no dia seguinte. Mas nem todos os casos relacionados a um problema na coluna podem ser operados com técnicas como essas. 

“No caso das cirurgias abertas, por exemplo, as incisões são maiores, exigindo que o paciente permaneça no hospital de 2 a 5 dias, caso não haja complicações, e tenha uma atenção maior com o pós-operatório durante sua recuperação”, explica o especialista em coluna.

O modo como se dorme requer atenção de pacientes recém-operados da coluna Como é a recuperação

A recuperação também vai depender do tipo de cirurgia a que a pessoa foi submetida. Em geral, o paciente está liberado para iniciar caminhadas leves com cinco dias após a cirurgia, segundo Rogério Vidal de Lima. 

O retorno ao médico deve acontecer com 15 dias para retirada dos pontos e fazer raio-x. Estará liberado para dirigir em média 15 dias após o procedimento. Com 30 a 45 dias, pode retornar às atividades físicas de forma moderada. “Devem-se evitar esforços físicos, como afazeres domésticos (varrer e arrumar camas)”, recomenda o médico. 



A posição mais indicada para dormir neste período é com um travesseiro entre os joelhos, deixando a coluna alinhada. Alexandre Reis Elias recomenda ainda outra posição, de barriga para cima, usando um travesseiro abaixo dos joelhos para proporcionar mais conforto. 

A alimentação também requer cuidados especiais. “Inicialmente, o paciente deve seguir uma alimentação leve e ingerir muito líquido. Importante também é que alimentos que retêm gordura sejam evitados, pois eles prejudicam o retorno do funcionamento normal do intestino do paciente”.

Fonte: http://www.diarioweb.com.br/novoportal/noticias/saude/126079,,Cuidados+necessarios+para+proteger+sua+coluna.aspx
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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Adolescentes representam 80% dos casos de escoliose

Problema é mais comum em mulheres do que em homens e, muitas vezes, os sintomas são percebidos desde a infância.


Em até 85% dos casos, a doença é idiopática, ou seja, com causa desconhecida 
Foto: Carlinhos Rodrigues / Agencia RBS

Ombros ou quadris que parecem assimétricos, coluna vertebral encurvada anormalmente para o lado, fadiga na coluna após longa permanência de pé ou sentado. 

Os sinais da escoliose, um dos mais conhecidos desvios da coluna vertebral, são muitos, e o diagnóstico da doença é mais comum do que se imagina — chega a estar presente em até 3% da população em geral. 

A escoliose é um desvio anormal da coluna vertebral e pode ser avaliado pelo médico em exame clínico, observando a curvatura ao olhar o paciente de frente ou de costas. O neurocirurgião Paulo Porto de Melo afirma que a doença não causa necessariamente dor ou incapacidade, mas também não melhora com a idade. 

— É uma doença progressiva e somente um diagnóstico e intervenção precoces podem minimizar a curvatura e impedir a sua progressão — explica. 

Existem várias causas diferentes para o aparecimento da escoliose. A doença pode ser congênita, quando a pessoa nasce com a má formação, sindrômica, em que é associada a outras doenças, neuromusculares, que provém de doenças neurológicas ou musculares, e idiopática, com causa desconhecida. Em até 85% dos casos, a doença é idiopática, ou seja, não se pode encontrar a causa. 

Curvatura pode ser estigmatizante 

Entre as idiopáticas, a mais comum é a escoliose do adolescente, que corresponde a aproximadamente a 80% dos casos. Nessa fase, o risco de progressão da curva é maior, porque a taxa de crescimento do corpo é mais rápida e muitas vezes não tem nenhum sintoma visível, até que tenha progredido significativamente. 

É mais prevalente em meninas do que em meninos e, geralmente, elas são oito vezes mais propensas a precisar de tratamento. O neurocirurgião alerta que, após o diagnóstico da doença, o paciente deve ser observado periodicamente. 

No caso em que a escoliose é progressiva, o uso de colete ortopédico pode ser o primeiro tratamento para impedir a sua progressão. Mas, se observadas numa fase mais avançada, as deformidades não respondem mais a esse tipo de tratamento, passando então a ter indicação cirúrgica. 

Além dos sintomas clínicos, sintomas psíquicos também podem estar presentes e, eventualmente, originar a principal indicação cirúrgica. Isto se deve ao fato da curvatura ser estigmatizante, levando usualmente o paciente à retração social que, em casos extremos, pode até atrapalhar o desempenho no trabalho. 

Melo explica que, se diagnosticada ainda criança ou adolescente, a escoliose usualmente leva a situações de brincadeiras constrangedoras para o paciente. 

— A avaliação psicológica no momento do diagnóstico e o seguimento do paciente por profissional habilitado é importante, pois garantirá não somente um desenvolvimento psíquico adequado, como também a eventualidade da deformidade se tornar insuportável para o paciente do ponto de vista psíquico. 

Quando é necessária a cirurgia?

A cirurgia de escoliose é um dos procedimentos mais complexos e pode durar de cinco a 10 horas. Em alguns casos, ela necessita ser realizada em duas etapas, dependendo da gravidade. 

A opção pela operação, no entanto começa a ser recomendada quando as curvas são maiores do que 40 a 45 graus e continuam a progredir, ou para pacientes com curvas maiores que 50 graus. 

Pessoas que possuem curvaturas inferiores a 25 graus são usualmente acompanhados em consultas trimestrais, monitorados e tratados com fisioterapia e RPG. 

Já os pacientes com potencial de crescimento e curvaturas entre 25 e 50 graus são tratados com coletes específicos, no intuito de direcionar o crescimento da coluna em um ângulo adequado, minimizando a possibilidade de cirurgia futura. 

— No caso de adolescentes, ás vezes é preciso aguardar até que os ossos parem de crescer. Entretanto, pode ser que se necessite de cirurgia antes disso, se a curva na coluna for grave ou estiver se agravando rapidamente — esclarece o médico. 

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/08/adolescentes-representam-80-dos-casos-de-escoliose-4236785.html



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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Hérnia de Disco: Saiba Mais

Muitas vezes interpretada como doença, a dor no nervo ciático – aquela que se inicia na região lombar, passa pelas nádegas e vai até a parte mais baixa de uma ou das duas pernas – é na verdade um sintoma de outro problema.

Na grande maioria das vezes, cerca de 90% das queixas, o motivo é uma hérnia de disco que, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), afeta cerca de cinco milhões de brasileiros. Os outros 10% podem ter causas como atividades físicas pesadas, posturas erradas, tumores e fraturas na coluna.

De acordo com o médico Alexandre Elias, neurocirurgião especialista em coluna, chefe do setor de cirurgia da coluna vertebral na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a hérnia de disco é uma doença que ocorre pelo desgaste ou trauma dos discos vertebrais lombares ou cervicais, que acabam pressionando as raízes nervosas mais próximas, provocando a dor. 

Com o passar do tempo, o problema chega a interferir na qualidade de vida, até mesmo limitando atividades rotineiras.

"Além da dor no nervo ciático, acompanhada de dormência e fraqueza que correm para as pernas e dedos, o paciente pode apresentar ainda sintomas como formigamento e dor na região do quadril", alerta Elias.

"Mais comum em pessoas entre 30 e 50 anos, o problema acontece quando o disco intervertebral é enfraquecido ou sobrecarregado, sofrendo pequenas fissuras e rompendo as fibras que o constituem. 

Isto faz com que o núcleo pulposo (um material semelhante a uma gelatina de cor esbranquiçada que fica dentro de cada disco e que serve como amortecedor da coluna) ultrapasse seus limites, isto é, vá para fora do disco, pressionando o nervo que passa bem ali ao lado, no caso o ciático", reforça o profissional.



Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/06/05/dor-no-nervo-ciatico-e-sintoma-de-hernia-de-disco-em-90-dos-casos.htm


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Coração: Infarto Agudo do Miocárdio Parte I e II

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